Tatuagem de parede

Se tem uma coisa que gosto é de decoração. Mais ainda quando encontro soluções práticas e divertidas para o dia-a-dia da minha casa. Um exemplo disso são as tatuagens de parede, adesivos de vinil que podem ser aplicados em qualquer superfície lisa, viraram uma tendência econômica e criativa para os ambientes.

Essa técnica torna-se mais funcional e interessante ainda quando aliada ao conceito de sustentabilidade. Como os adesivos desenvolvidos pela Hu2 Design, no projeto denominado Eco-Reminders, que servem como avisos em tomadas e interruptores de luz para atitudes relacionadas à economia de energia elétrica.

~ Letícia Anguito


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Sketchbooks

Desde 2008, quando desenvolvi meu TCC na faculdade, adotei o hábito de usar sketchbooks. A princípio, por obrigação, como parte do material a ser avaliado, depois, como forma de auto-disciplina e mais tarde, por puro prazer.

Hoje, já no meu terceiro sketchbook , posso afirmar com certeza que ele é parte fundamental no meu processo criativo, tanto na ilustração, quanto no design gráfico. Raramente saio de casa sem ele. Afinal, nada mais proveitoso e enriquecedor do que encher algumas páginas com rascunhos antes de partir para o ambiente digital, isso possibilita que você diagnostique possíveis direções antes de ter um trabalho maior finalizando tudo digitalmente. Além disso, o sketchbook não fica sem bateria, não pega vírus, não dá pau, não te pede atualização e ninguém vai querer te assaltar só para roubá-lo (assim se espera). Outra vantagem de manter tudo registrado num caderno é que você sempre pode folhear sketchbooks antigos e resgatar idéias, caminhos, conceitos. Uma idéia nunca deve ser desperdiçada!

Charles Watson fala algo muito interessante sobre o assunto:

“É possível que nos últimos 10 anos tenham sido publicadas mais antologias sobre desenho e o papel do desenho no pensar que nos 30 anos anteriores. Isso sugere que hoje, em meio à idade digital, o processo de esboçar ainda é fundamental para muitas disciplinas que vão além da arte e do design.”


Se você está a fim de encarar esse hábito e não quer gastar uma grana num Moleskine, o mercado hoje está cheio de ótimas opções para sketchbooks nacionais e importados com preços mais simpáticos. Basta procurar nas melhores livrarias e papelarias e sair riscando as páginas!

~ Johnny Brito


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Vai para onde?

Todos Nós em algum momento já enfrentamos problemas relacionados a orientação e sinalização, que nos dificultaram achar o caminho que procurávamos.

E foi tentando encontrar a melhor maneira de sinalizar os caminhos que comecei a estudar o Wayfinding. O termo, que em inglês significa encontrando o caminho, é utilizado para definir justamente a disciplina que estuda a arte de criar sistemas de orientação e desenvolver meios que nos permitem interagir com os espaços por onde passamos. Ou seja, é o estudo das melhores formas de se localizar, encontrar os caminho para chegar ao um destino e encontrar o seu caminho de volta, utilizando as nossas capacidades sensoriais.

É uma área importante para o design, para a arquitetura e para a ergonomia que não se limita apenas à concepção de imagens e símbolos, mas a tudo aquilo que diz respeito à nossa interação com os espaços. É por causa desse ramo de estudos que podemos criar ambientes atraentes, compreensíveis, seguros, acessíveis e eficientes.

~ Keylla Stallbaum


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Padronagem

Trabalhando com coleções de padronagens para produtos de papelaria, acabei aprendendo um monte de coisas. É muito legal trabalhar com esse tipo de arte, pois um mesmo padrão, pode ser usado de várias formas e em diferentes peças gráficas.

Na história, a padronagem começou a ser aplicada em estampas de tecidos, mas ninguém sabe direito quando e onde começou. Uns dizem que foi na China, mas foram encontradas estampas em tecidos do Egito com cerca de 8 mil anos de idade!

Hoje em dia, a padronagem é usada em várias coisas: do papel de parede ao skate. E tem para todos os estilos.

~ Rodrigo Moreira


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Móveis de papelão

Esses dias comprei uma mesa e um banco de madeira pela internet e tive uma agradável surpresa. Ao desempacotar os produtos, encontrei um carta que me pedia para acessar um link. Ná página havia um vídeo mostrando como utilizar as caixas para fazer um porta-revistas e um porta-notebook, ambos de papelão. Foi o que fiz!

Porta-revistas de papelão

Achei tão bacana a ideia que fui pesquisar outras possibilidades e acabei encontrando uma infinidade de móveis e enfeites criados com papelão. Além de serem super práticos para montar e carregar, são soluções bacanas que mostram como o design bem aplicado pode aproveitar muito mais os materiais do nosso dia-a-dia.

Móveis de papelão

~ Luiza Medeiros


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Robôs que ensinam

A robótica educacional é aplicada em muitos colégios particulares e algumas redes públicas como instrumentos de auxilio na educação. Durante alguns anos da minha formação tive a oportunidade de conhecer de perto essa atividade que estimula os alunos a sempre buscar mais conhecimento.

Robô educativo

O principal objetivo aqui é promover estudos de conceitos multidisciplinares. As formas de aplicação em aula variam, mas a essência está em fazer o aluno refletir sobre um problema, estudá-lo e propor soluções. Nesse segmento existe no Brasil a empresa ZOOM que representa com exclusividade a LEGO® Education e juntos desenvolvem soluções de aprendizagem. Essas soluções são compostas por kits LEGO Education e fascículos educacionais.

Esse programa que a LEGO Education propicia é muito interessante, pois o aluno não se limita a construção de modelos. Ao projetar, construir, programar e operar protótipos tecnológicos, ele está se apropriando de alguns conceitos científicos e conhecimento para elaborar pesquisas e aplicá-las nas diferentes áreas de estudo.

Peças de Lego

A FIRST, uma empresa estadunidense especializada do segmento, criou diversas competições para que o que fosse criado dentro das escolas pudesse ser colocado em prática em eventos como o FLL e o FRC.

O FLL – FIRST LEGO League – foi criado nos EUA em 1998. Essa competição mundial, da qual hoje participam 56 países com 14.725 equipes, propõe inspirar jovens de 9 a 14 anos a serem líderes na área da ciência e tecnologia, abrindo uma nova perspectiva de carreira. As escolas inscrevem suas equipes e participam usando o kit educacional da LEGO. A competição não consiste apenas em apresentar o robô, mas de resolver problemas na mesa de competição com eficiência, além de realizar um projeto escrito e apresentá-lo. O projeto inspira os jovens a colocarem a tecnologia a serviço da sociedade, além de desenvolverem habilidades como a auto-confiança, a comunicação e a liderança.

O FRC – FIRST Robotics Competition – é uma competição apropriada para alunos mais velhos em que não se usa o kit LEGO, os alunos devem criar um robô com peças e design próprios. Essa competição aproxima ainda mais os jovens das áreas científicas e tecnológicas, já que eles aprendem a trabalhar com softwares e hardwares sofisticados, e podem contar com a ajuda de profissionais da área, como engenheiros e programadores. Hoje, existem outras competições com este mesmo perfil, como a Junior FIRST LEGO League (para crianças de 4 a 8 anos) e a FIRST Tech Challenge (para adolescentes de 14 a 18 anos). Em todas elas são transmitidos e incentivados os valores fundamentais das competições: o trabalho em equipe, espírito desportista, aprendizado contínuo e envolvimento com a comunidade.

Para saber mais sobre os desafios e como são realizados no Brasil, acesse este link.

~ Felipe Galante


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Fome de imagem

Um dos meus hobbies prediletos é cozinhar. Ou mesmo ficar na cozinha, comer, ver livros de culinária ou assistir programas de culinária, mesmo que eu não vá realmente cozinhar nada. Já sentei diversas vezes com os livros para simplesmente ler receitas, imaginar, ver imagens e viajar…

Dentro desse tema lembro de filmes, livros e programas de televisão que valem a pena ser vistos mesmo por quem não pretende se aventurar na cozinha, como tem sido o meu caso.

Tem diversos livros bacanas sobre culinária, uns são mais comerciais do que outros, que se preocupam mais com técnicas e receitas mais elaboradas. Inclusive, nesse aspecto, acabam tendo um investimento especial na qualidade da apresentação das receitas. Acredito que seu objetivo  seja esse mesmo, atrair novos aventureiros na cozinha, ou pessoas que simplesmente querem se deliciar com as imagens. Escolhi meus preferidos para mostrar a vocês:

Jamie em Casa – Além das receitas, vale também pelo design gráfico; ótimas composições de imagens com ilustrações e uso de tipografia. As receitas são separadas pelas estações do ano.



Nigella Express – Com lindas fotografias, o livro apresenta uma organização de informações muito simples e didática. Vale a pena!


Os dois autores também apresentam programas de culinária na TV, que também levam minha imaginação para longe, assim como o filme  Ratatouille. A animação da Disney sobre o tema que se passa em Paris é perfeita.

Outro filme que também abre meu apetite é Julie & Julia. É um dos meus filmes preferidos, com duas histórias paralelas dentro de um mesmo tema. Apos assistir esse filme tive ainda a curiosidade de procurar no Youtube alguns vídeos originais da Julia Child. Vale a pena assistir.

~ Bia Abud


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Arquitetura e Sustentabilidade

Quero recomendar um programa de TV que gosto muito: Cidades e Soluções, transmitido pela Globo News. Ele sempre mostra várias reportagens interessantes sobre idéias sustentáveis e inovadoras. Atitudes de pessoas realmente engajadas que criam projetos de grande ou pequeno porte e que nem sempre são divulgados em larga escala.

Dos programas que assisti, escolhi um para mostrar para vocês, exibido em 30 de março deste ano. O vídeo mostra como é possível aproveitar áreas abandonadas de forma criativa, eficiente e rentável na cidade de São Paulo. Ele dá exemplo de uma horta na Zona Leste de São Paulo, onde funcionava um lixão e uma academia de boxe embaixo de um viaduto, um lugar que era ponto de concentração de usuários de drogas. A academia atraiu os jovens da região e foi lá que o campeão pugilista Welson Alves de Oliveira começou seus treinos.


Foto: ONG Cidades Sem Fome | Lance.net – Créditos: Eduardo Viana

Eram espaços antes mal aproveitados que hoje trazem muitos benefícios às comunidades envolvidas e transformaram a vida das pessoas em seus entornos. Além da renda, são programas que promovem a interação pessoal, incentivo ao esporte e práticas saudáveis de alimentação. Vale a pena assistir!

~ Guga


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Uma questão de gosto

Sempre que posso, faço uma pesquisa em sites de design, fotografia e propaganda, para me inteirar do que está rolando. Foi assim que descobri o livro A Matter of Taste, uma publicação que reúne trabalhos do premiado fotógrafo italiano Fulvio Bonavia.

São imagens lindas que misturam moda, design e gastronomia. Neste trabalho o fotógrafo vive em um mundo entre a gastronomia e a alta costura. Uma reunião de fotos surpreendentes onde a criatividade impera. É no mínimo curioso.

Bonavia iniciou sua carreira como designer gráfico e ilustrador de posters de filmes e hoje aplica a bagagem adquirida em seus trabalhos de fotografia. Se quiser saber mais sobre seu trabalho, visite seu site oficial.

~ Por Carlos Iglesias


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Férias: O Maxximo

Itália, como todos sabem, é um museu a céu aberto. E, como planejamento e design fazem parte do meu dia a dia, quero compartilhar com vocês um museu que visitei, o primeiro museu de arte contemporânea de Roma, inaugurado em maio de 2010.

Respira-se design em tudo, desde a marca até a arquitetura, a iluminação, o mobiliário e, claro, as exposições. O Maxxi – Museu das Artes do Século XXI foi projetado pela arquiteta iraquiana Zaha Hadid, com o objetivo de que as futuras gerações conheçam e apreciem a arte do século XXI.




Fotos: Daniel Dayan

~ Por Bettina Melsohn


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